"Para cada interpretação, a professora usa uma caracterização diferente, que vai de vestuário próprio, maquiagem e até penteado. A sala de aula também é preparada. Os alunos sentam em roda e Verônica usa e abusa de efeitos como papel picado e objetos como espadas, máscaras, coroas e brinquedos para enriquecer ainda mais a história que será contada. Durante toda a narrativa, a professora convoca a participação dos estudantes. "No final da aula apagamos o quadro com o conteúdo explicado. Quando fechamos um livro não é o fim. Continuamos através do conhecimento que adquirimos", explica."
Dos quinze anos na Rede Municipal, os últimos cinco foram dedicados ao trabalho de contação de histórias. Lotada na Escola Municipal Jornalista Sandro Moreyra, em Bangu, as apresentações de Verônica fazem sucesso com os pequenos alunos.
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